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Leicester City - Após a tempestade vem a bonança?

por Radiografia Desportiva, em 03.02.16

Nem o melhor guionista de Hollywood, se lembraria de uma história assim...

 

1) Final de época 2012/2013 - Leicester jogava contra o Watford para a subida de divisão e num minuto, tudo mudou! Vai ficar para a história este final de jogo.

 

2) Época 2013/2014 - Após um final dramático na época anterior, o Leicester (com um ano de atrasado) fica em primeiro lugar (com 102 pontos!) e finalmente chega à Premier League.

 

3) Época 2014/2015 - Considerado como um dos principais candidatos à descida, acabou por se aguentar e ficar a 6 pontos do último despromovido, fixando-se na 14ª posição.

 

4) Época 2015/2016 - Previa-se nova luta para se manter na Premier League, mas passado 24 jornadas... estão em primeiro lugar!!


Os fãs já cantam "We're top of the league" e parecem acreditar cada vez mais, que o sonho se pode concretizar.

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Jamie Vardy, aos 29 anos, está também a ter uma época para mais tarde recordar e em 24 jogos, já conta com 18 golos. 

 

Um dado curioso e que não deve ser menosprezado, refere-se ao número de lesões que a equipa tem. A equipa conta apenas com 2 jogadores indisponíveis e em alta competição, faz toda a diferença. Por exemplo, o Liverpool tem neste momento 7 atletas a recuperar de lesão.

 

Leicester City (lesionados)

- Jeffery Schlupp (lesão muscular hamstrings) e Matthew James (recuperação a lesão do ligamento cruzado anterior).


Liverpool (lesionados)

- Daniel Sturridge, Philippe Coutinho, Jordan Rossiter e Martin Skrtel (lesão muscular hamstrings)

- Joe Gomez e Danny Ings (lesão no ligamento cruzado anterior)

- Divock Origi (lesão no joelho, não especificada)

 

Não deixa de ser curioso, as lesões nos jogadores mencionados serem semelhantes. Recorda-se que hoje as 2 equipas se defrontaram e o Leicester venceu por 2-0, daí ser este o exemplo dado.

 

Será que o Leicester se vai conseguir aguentar e conseguir o título mais inesperado da história do futebol?

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publicado às 00:10

Crioterapia

por Radiografia Desportiva, em 22.09.15

A crioterapia (aplicação de gelo), diminui o edema, a inflamação e a dor (por inibição dos nociceptores) pela redução do metabolismo dos tecidos lesados. Estes fatores servem para o decréscimo do espasmo muscular e do posterior dano dos tecidos.

 

Na imagem, o jogador de futebol Hulk realiza este tipo de tratamento após o jogo da Liga dos Campeões frente ao Valência (vitória do Zenit por 3-2). 

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A crioterapia pode também ser combinada com compressão e elevação para tratar o edema. Deve ser aplicada à área entre 10-15 minutos, em intervalos de 2 horas.

 

Também há sacos de gelo instantâneo (o frio depende de uma reação química que ocorre quando os seus componentes entram em contacto). Os sacos são por norma mantidos à temperatura ambiente. Este tipo de crioterapia, permite moldar bem a região a tratar, sendo que o tempo de tratamento é o mesmo.

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publicado às 02:00

Lesões musculares

por Radiografia Desportiva, em 17.09.15

Nos últimos anos, tem existido um aumento no número de praticantes de atividade física, não apenas de competição ao mais alto nível, mas também por promoção de saúde (ou até mesmo por uma questão estética).

 

Os profissionais de saúde devem estar conscientes dos malefícios da sobrecarga muscular do treino (muitas vezes desajustado) e saber em pormenor a melhor forma de prevenção e reabilitação de lesões musculares. Vários desportos ou exercícios que necessitam de grandes mudanças de velocidade, como no atletismo, futebol, futsal, andebol ou basquetebol, aumentam o risco de ter uma lesão (nomeadamente rotura muscular).

As roturas musculares podem ser classificadas de 1 a 3, consoante a sua gravidade.

Grau I - pequenas lesões - até 10% das fibras musculares envolvidas

Grau II - lesão até 90% das fibras musculares.

Grau III - completa perda de função e continuidade da maior parte (ou de todo) o músculo.

 

O maior risco de lesão muscular, ocorre durante a contração excêntrica, já que é neste tipo de movimento que se realiza trabalho de contração e alongamento ao mesmo tempo, aumentando desta forma o stress sobre os tecidos envolvidos. A maior parte das lesões musculares deve-se a métodos de treino incorretos, nos quais não se permite uma recuperação adequada ao fim de um período de treino ou não se termina o exercício quando aparece a dor (alimentação e fadiga muscular também têm sido apontados como fatores de risco).

A imagem partilhada, resume as várias etapas na reabilitação de uma lesão muscular.

 

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publicado às 19:36


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